Fazendo esse post da segunda parte das fotos que tirei na viagem que fizemos à Alexânia me lembrou de umas histórias de infância.

Morei muitos anos em Minas Gerais e tenho um apreço imenso por aquele lugar. Quando chegamos na cidade minúscula de Olhos D'água, só me vinha a nostalgia daqueles dias que passamos no sítio da minha tia. A cidade é muito, muito, muito pequena. Quando nossos carros chegaram lá, eram olhares pra todos os lados.

Também, né? Desce aquele tanto de fotógrafo com câmeras imensas penduradas no pescoço, gente diferente mesmo, e sai andando pela pacata cidadezinha de Olhos D'água, como que não olha?

Um pessoal simpático – gente simples mesmo. Um lugar agradável não somente aos olhos, mas também à memória e ao espírito.

A sensação de calmaria e conforto é muito presente por lá. Preciso reafirmar o que já disse no primeiro post: Essa viagem foi inesquecível. Não ficamos nem 24hrs por ali, mas mesmo assim... que dia, meus caros! Que dia!

No fim da tarde fomos agraciados com o por do sol na volta pra casa.

Viemos cantando e dançando dentro do carro, mas uma pequena tristeza me habitava mesmo assim... O ruim de dias incríveis é que eles acabam e viram apenas boas memórias em meio a rotina monótona do meu cotidiano em Brasília.

Mas ah! É disso que somos feitos, né? Dos lugares que visitamos, das comidas que comemos e das memórias que criamos.

Sei que jamais vou esquecer essa tardezinha.

Pra ouvir e relembrar.


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